Nos últimos anos, as empresas se adaptaram as novas demandas de mercado, enfrentando como consequência disso um relacionamento mais exigente por parte de públicos nos quais interage. A competitividade exigiu das empresas a criar novas e mais práticas estratégias para se tornarem mais solidificadas no mercado atual. Com isso os modelos de gestão têm evoluído de uma forma a atender os novos gestores, executivos, colaboradores e de certa a forma a comunidade em geral envolvida. Os sistemas anteriores de desempenho da organização se baseavam nos indicadores financeiros e contábeis, já que os modelos já existentes se concentravam em valores de cunho econômico, ou seja, em algo tangível, máquinas equipamentos e números.
Hoje, vemos que a gestão de pessoas é bem mais que isso, tanto que vemos algumas empresas adotando o nome de setores como Talent Aquisition, Desenvolvimento Humano e dentre muitas outras nomenclaturas dando a entender a Gestão de Pessoas, os antigos DRH deixam de ser mencionados para essa nova era de profissionais que, em teoria, deveriam ser diferenciados e mais arrojados, porém vemos que na prática somente os nomes setoriais é que foram alterados.
Não se pode generalizar obviamente essas questões, mas muitas empresas ainda estão na era das perguntas clichês e nas provas de conhecimentos gerais, praticamente submetem o candidato a uma espécie de ENEM corporativo. O que devemos fazer, nós profissionais de RH ou melhor dizendo, Profissionais de Gestão de Pessoas, é modificar, criar novos métodos de captação de novos profissionais focando na excelência e no respeito para com o candidato, mostrando a preocupação desde a forma de abordagem até mesmo na formação continuada quando a frente de suas atividades desse novo profissional, não simplesmente realizar as maçantes perguntas, fazer uma análise curricular rasa e simplesmente realizar a captação documental.
Isso reflete na experiência do candidato, pois ao perceber esses cuidados na captação por um método atualizado e focado na realidade que o mundo corporativo necessita ele tem a motivação desde a entrevistas até na continuidade de sua carreira dentro da organização. Pois, é impossível detectarmos a personalidade de uma pessoa, ou as suas habilidades apenas com uma análise pobre feita na entrevista, o momento de experiência dentro da empresa serve justamente para o acompanhamento deste no desenrolar de suas atividades e suas habilidades, correndo um risco do mesmo aprender novas habilidades e adquirindo uma sólida experiência e criando raízes dentro de um grupo que só terá a ganhar e agregar.
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