Um dos assuntos que mais está em voga é a inclusão e a diversidade e, como tudo que começa a ficar em destaque, logo é aderido nas mais diferentes camadas da sociedade, uma delas é o mundo corporativo, onde como rege a cartilha social, devemos respeitar as mais diferentes maneiras de pensamentos alheios, as culturas, as idades e todas as nomenclaturas que um mundo contemporâneo está imerso. Mas a pergunta que fazemos aqui é: será que na prática isso funciona?
Pelo que vemos no cotidiano do mundo real a resposta é muito simples e objetiva: NÃO!
As corporações no geral demonstram algumas manifestações sobre o assunto, mas na hora de cumprir o que prega acaba por não ser tão efetiva quanto o que demonstra nas redes sociais e nas mensagens que propaga perante a sociedade é o famoso e atual dizer: os "lacradores"!
Isso é muito desanimador para alguns nichos de pessoas como os idosos que ainda querem mostrar sua sabedoria, colocar sua experiência no mercado, pois essas pessoas tem muito agregar principalmente porque vemos uma grande ascensão na busca de cursos profissionalizantes pelos denominados a melhor idade.
A empresas de hoje falam e pregam essas questões, mas na prática acabam dizendo que os idosos estão em uma outra vibe e, ou, não acompanham as modernidades contemporâneas. Mas eles são tão essenciais para os momentos atuais do que imaginamos, pois hoje vemos um grupo de jovens estudantes que anseiam por salários altos tão logo quando saem da faculdade, porém sem experiência nenhuma para ocupar as funções em que as vezes acabam atuando e pessimamente. A inclusão muitas vezes acaba sendo ligada diretamente as pessoas PNE, porém elas não ocupam esse grupo sozinhas, pois os idosos também fazem parte desse grupo, e isso faz com que eles acabam por esquecidos.
As ditas pessoas mais velhas, possuem uma bagagem de sabedoria e experiências que poderiam ser utilizadas nas organizações como um direcionamento para essas mentes mais jovens que, ainda engatinham no mundo corporativo, como consequência, eles trariam mais conhecimento para essa nova geração que hoje está tão carente dessas informações.
Hoje estamos lotados de pessoas mais jovens nas organizações que, estão sem direcionamento nenhum, ocupam cargos importantes muitas vezes, mas não possuem o jogo de cintura necessário para desempenharem seu papel como deveria ser, o fato de ter uma pessoa com mais bagagem profissional, com uma mente mais focada e mais fiel ao profissionalismo das atividades, traria um novo fôlego para as empresas de hoje, fazendo com que esses dois grupos interajam e aprendam um com o outro.
Essa troca de informações, irá com toda a certeza trazer novos ares para organização, fazendo com que a inclusão seja um desenvolvimento com novos processos a serem desempenhados, o investimento para isso pode parecer desafiador, mas com certeza fará com que a empresa colha frutos muito em breve.
Agregar as pessoas mais experientes além de trazer conhecimento e segurança ainda traz um tom de mais seriedade para o local onde elas desempenham suas funções, afinal eles são mais responsáveis, fiéis e tem muito a repassar para essa nova geração que, muitas vezes, esta deixando a desejar.
Trazer essa gama de profissionais para o mercado de trabalho novamente é sem dúvida um bom negócio que beneficiará e muito a ambos os lados!
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